Ucrânia está a caminho de candidatura à UE na cúpula, diz UE

O primeiro-ministro italiano Mario Draghi, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, o presidente romeno Klaus Iohannis, o presidente francês Emmanuel Macron e o chanceler alemão Olaf Scholz participam de uma coletiva de imprensa

A Ucrânia deve se tornar uma candidata oficial à União Europeia nesta quinta-feira em uma decisão simbólica, mas que eleva o moral após a invasão da Rússia, disseram ministros e diplomatas nesta terça-feira (21).

Espera-se que os líderes da UE em Bruxelas aprovem a recomendação da semana passada da Comissão Europeia, o executivo da UE. Após vários dias de discussões internas da UE, nenhuma oposição entre os 27 Estados membros surgiu, disseram três diplomatas à Reuters. consulte Mais informação

“Estamos trabalhando para dizer (o presidente russo Vladimir) Putin que a Ucrânia pertence à Europa, que também defenderemos os valores que a Ucrânia defende”, disse o ministro de Relações Exteriores de Luxemburgo, Jean Asselborn, a repórteres antes de uma reunião com outros ministros da UE.

É quase certo que a Moldávia também receberá o status de candidata, disseram os diplomatas, embora a Geórgia deva cumprir as condições, a saber, que supere o impasse político no país.

Apesar de alguns receios entre os países do norte da UE de que aceitar a Ucrânia, que sofre de corrupção endêmica, não é realista, o ministro das Relações Exteriores da Dinamarca disse que gostou de dar-lhe o status de candidatura.

“É muito bom e é algo que a Dinamarca apoia de todo o coração; queremos ajudar a Ucrânia a alcançar seu sonho europeu”, disse Jeppe Kofod a repórteres em Luxemburgo.

Embora a candidatura marque uma mudança estratégica para o leste da UE diante da guerra da Rússia na Ucrânia, Kyiv provavelmente levaria anos para se tornar membro do bloco, se for o caso.

A Ucrânia já tem um pacto de livre comércio com a UE, mas solicitou a adesão dias após a invasão da Rússia. Moscou diz que sua “operação militar especial” foi parcialmente necessária pela invasão ocidental no que caracteriza como sua legítima esfera de influência geográfica.

Até agora, Putin minimizou a questão da adesão da Ucrânia à UE. *Reuters

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