EUA proíbem importações de região chinesa devido a questões de direitos humanos

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, já criticou líderes chineses repetidas vezes por abusos de direitos humanos na região autônoma de Xinjiang Uygur. Agora, seu governo passou a impor uma proibição de importação de produtos originários da região.

A Lei de Prevenção de Trabalho Forçado Uygur entrou em vigor na terça-feira (21).

A região de Xinjiang produz algodão, açúcar e outras mercadorias. A lei proíbe todo tipo de produto ou matérias-primas feitas com o uso de trabalho forçado. A exigência é de que as empresas enviem provas de que suas fábricas e a de seus fornecedores não façam uso de escravidão ou coerção.

O secretário americano de Estado, Antony Blinken, divulgou uma declaração em que afirma que os Estados Unidos estão convocando seus aliados para tornar as redes globais de fornecimento livres de trabalhos forçados. Chamou a atenção de líderes chineses para que “deem fim a atrocidades e a abusos contra os direitos humanos”.

A liderança em Pequim criticou a movimentação americana. Wang Wenbin, porta-voz da chancelaria chinesa, disse que os Estados Unidos ordenaram a proibição de importações e impuseram sanções sobre entidades e indivíduos em Xinjiang com base em mentiras. Disse que a ação é uma continuidade das mentiras americanas e uma escalada da repressão dos Estados Unidos contra a China usando como disfarce a questão de direitos humanos.

A legislação se expande além da China. Empresas japonesas que exportam produtos feitos em Xinjiang aos Estados Unidos também são abrangidas pela nova lei. *NHK

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