Pelo menos 912 pessoas morreram na Turquia, no terremoto de magnitude 7,8, nesta segunda-feira, de acordo com o último balanço divulgado pelo governo turco. Na vizinha Síria, também atingida, o terremoto causou pelo menos 446 mortes, de acordo com estimativas provisórias relatadas pela mídia estatal e por socorristas na zona rebelde.

Na Síria, as cidades mais afetadas são Aleppo, Hama, Latáquia e Tartus, balneário às margens do Mediterrâneo.

O forte terremoto chegou a ser sentido por habitantes do Líbano e da ilha de Chipre. Nas redes sociais, centenas de pessoas soterradas pedem socorro às equipes de resgate, tentando ajudar os bombeiros a localizá-las sob os escombros.

A União Europeia (UE) enviou equipes de resgate para a Turquia na manhã desta segunda-feira (6). “Após o terremoto desta manhã na Turquia, ativamos o Mecanismo de Proteção Civil da UE. O Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da UE coordena o envio de equipes de resgate europeias. As equipes da Holanda e da Romênia já estão a caminho”, tuitou o comissário da UE para gerenciamento de crises, Janez Lenarcic.

A Alemanha, que tem uma grande comunidade turca em seu território, já anunciou que enviará ajuda às regiões afetadas pelo terremoto, disse o chanceler alemão Olaf Scholz.

“Estamos acompanhando, chocados, a notícia do terremoto na região da fronteira entre a Turquia e a Síria. O número de mortos continua a aumentar. A Alemanha, é claro, enviará ajuda”, escreveu o chanceler em um post no Twitter.

Emmanuel Macron, por sua vez, deplorou “imagens terríveis”. “A França está pronta para fornecer ajuda de emergência às populações no local. Nossos pensamentos estão com as famílias enlutadas”, disse ele no Twitter. *Agências internacionais

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