Líder indígena assassinado que denunciou pressão de dissidentes das FARC para votar em Petro

Líder indígena assassinado que denunciou pressão de dissidentes das FARC para votar em Petro

Segunda-feira, 6 de junho, foi o último dia que a família de Jesús Antonio Montano teve notícias dele. Após intensa busca por seus parentes e amigos, e após denunciar seu desaparecimento à Procuradoria Geral da República, o líder indígena foi encontrado morto.

A descoberta ocorreu na mesma área onde seu desaparecimento foi relatado, aldeia La Rejoya, na cidade de Popayán, sudoeste da Colômbia. Segundo Orfelina Montano, irmã da vítima, “o corpo de Jesús Antonio apresentava sinais de tortura”.

O líder indígena de 53 anos, reconhecido por seu trabalho social e sua forma direta e veemente de levantar a voz contra as violações de direitos humanos, havia denunciado publicamente em maio passado que os dissidentes das FARC estavam pressionando a população civil do departamento de Cauca votar no candidato presidencial, o esquerdista Gustavo Petro.

Um promotor da Unidade Especial de Investigação assumiu o caso do desaparecimento e morte do líder indígena que pertencia à comunidade Misak.. *Com NTN24

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