UE aprova sanções “massivas” contra a Rússia, mas não a exclui do Swift

A União Europeia aprovou esta quinta-feira à noite sanções “massivas” contra a Rússia, depois da invasão da Ucrânia, todavia não removeu o país do sistema internacional de trocas bancárias e financeiras Swift.

“Os dirigentes Russos deverão enfrentar um isolamento sem precedentes”, prometeu a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen ao anunciar o pacote de sanções “mais severas de sempre aplicadas” pela União Europeia.

Os europeus querem punir o regime de Vladimir Putin com sanções financeiras, nomeadamente limitar drasticamente o acesso de Moscovo aos mercados de capitais europeus e bloquear a capacidade da Rússia refinanciar a sua divida. 

A União Europeia vai, ainda, reduzir o acesso russo a “tecnologias cruciais”, ao privar o país de componentes electrónicas e software.

Aprovadas desde o início da reunião, as medidas abrangem os bens de dupla utilização, civil e militar, sectores da energia e transportes, além de novas sanções contra individualidades (congelamento de contas bancárias, bloqueio de vistos, etc).

Estas sanções agora aprovadas vão juntar-se ao pacote que entrou em vigor na quarta-feira à noite e que visava personalidades próximas de Putin.

O presidente ucraniano apelou aos europeus para impedirem os bancos russos de utilizarem o sistema internacional de trocas bancárias e financeiras Swift, um mecanismo vital da finança mundial, que afectaria severamente Moscovo. Cerca de 300 bancos e instituições russas utilizam o Swift para as suas transferências de fundos interbancários. Todavia, vários estados-membros não estavam de acordo, entre eles a Alemanha, muito dependente do gás russo, que prefere deixar essa decisão para mais tarde.  

“Os dirigentes Russos deverão enfrentar um isolamento sem precedentes”, prometeu a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen ao anunciar o pacote de sanções “mais severas de sempre aplicadas” pela União Europeia.

Os europeus querem punir o regime de Vladimir Putin com sanções financeiras, nomeadamente limitar drasticamente o acesso de Moscovo aos mercados de capitais europeus e bloquear a capacidade da Rússia refinanciar a sua divida. 

A União Europeia vai, ainda, reduzir o acesso russo a “tecnologias cruciais”, ao privar o país de componentes electrónicas e software.

Aprovadas desde o início da reunião, as medidas abrangem os bens de dupla utilização, civil e militar, sectores da energia e transportes, além de novas sanções contra individualidades (congelamento de contas bancárias, bloqueio de vistos, etc).

Estas sanções agora aprovadas vão juntar-se ao pacote que entrou em vigor na quarta-feira à noite e que visava personalidades próximas de Putin.

O presidente ucraniano apelou aos europeus para impedirem os bancos russos de utilizarem o sistema internacional de trocas bancárias e financeiras Swift, um mecanismo vital da finança mundial, que afectaria severamente Moscovo. Cerca de 300 bancos e instituições russas utilizam o Swift para as suas transferências de fundos interbancários. Todavia, vários estados-membros não estavam de acordo, entre eles a Alemanha, muito dependente do gás russo, que prefere deixar essa decisão para mais tarde.  

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