EUA voltam a criticar China por histórico de direitos humanos

Os Estados Unidos criticaram mais uma vez o governo da China em relação à situação de direitos humanos na Região Autônoma de Xinjiang Uygur.

A crítica foi feita depois que uma atleta uigur apareceu entre os últimos que carregaram a tocha olímpica durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim.

Na segunda-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, disse: “Nós não podemos permitir que isso seja uma distração, exatamente como você disse, dos abusos de direitos humanos, o genocídio que estamos vendo em partes da China. Foi por isso que não enviamos uma delegação diplomática.”

A esquiadora de cross-country Dinigeer Yilamujiang é de Altay, em Xinjiang. Ela acendeu a pira olímpica com um atleta do grupo étnico majoritário Han.

Vários outros países também deixaram de enviar funcionários de seus governos aos jogos como parte do que chamaram de um “boicote diplomático”, alegando acusações de genocídio e crimes contra a humanidade na região.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China descreveu as acusações como “uma mentira”. Zhao Lijian disse que a presença de atletas de todos os grupos étnicos na delegação olímpica mostra que a China é uma “grande família ostentado unidade”. *NHK

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