China joga uma chave em um pacto comercial transpacífico

O pedido de China para aderir ao Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífico (CPTPP) pousou na mesa de Damien O’Connor, ministro do Comércio da Nova Zelândia, em 16 de setembro. A localização foi um aceno adequado para a história do negócio. 

Em 1999, uma reunião entre os ministros do comércio de duas pequenas potências exportadoras, Nova Zelândia e Cingapura, deu início ao que se tornou uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. O momento também foi significativo. O pedido da China veio apenas um dia após o anúncio de que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha ajudariam a Austrália na construção de uma frota de submarinos com propulsão nuclear.

Embora os Estados Unidos ainda sejam a potência militar dominante na Ásia, o peso econômico da China agora é incomparável. A tentativa do último de se juntar à aliança comercial de 11 membros, por mais rebuscado que pareça, aumenta a importância geopolítica do CPTPP além do que já foi imaginado há mais de duas décadas. Também ressalta a loucura de uma América voltada para o interior abandonar o precursor do pacto, a Parceria Trans-Pacífico, em janeiro de 2017.

O CPTPP, uma ligeira modificação do acordo original, entrou em vigor no final de 2018. É um dos os acordos comerciais mais avançados do mundo. *The Economist

Categorias:Economia, Internacional

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