Venezuela ultrapassou 290.000 infecções covid-19 na sexta-feira

O regime venezuelano relatou 1.162 novas infecções por COVID-19 registradas nas últimas 24 horas de sexta-feira, elevando o número total de casos confirmados desde o início da pandemia no país para 290.524.

A Comissão Presidencial de Prevenção, Atenção e Controle da covid-19 informa ao povo da Venezuela que nas últimas horas foram detectadas 1.162 novas infecções em território nacional: 1.144 casos por transmissão comunitária e 18 casos importados”, disse o vice. presidente chavista, Delcy Rodríguez em sua conta no Twitter.

Explicou que os 18 casos “importados” são do Panamá, República Dominicana e México, e que as quatro entidades com maior número de infecções nesta sexta-feira foram: Apure com 189, Nueva Esparta com 163, Carabobo com 125 e Anzoátegui com 108.

Na lista segue Mérida com 106 casos, Aragua com 90, Cojedes com 83, Caracas com 75, Barinas com 72, Yaracuy com 68, Miranda com 42, La Guaira com sete, Lara e Táchira com cinco cada, Zulia com três, portugueses com dois e Trujillo com um.

Da mesma forma, informou sobre três mortes em Nueva Esparta, duas em Lara, mais duas em Zulia e uma em Anzoátegui, Caracas, Miranda e Sucre, respectivamente, num total de onze mortes nas últimas 24 horas.

Das 290.524 infecções registradas desde o início da pandemia, apenas 13.833 estão ativas, pois 273.341 se recuperaram e 3.350 morreram.

Os dados oferecidos pelo regime venezuelano são questionados por diversos sindicatos de saúde e pela oposição, que denunciam a manipulação de dados tanto nas infecções quanto na vacinação.

Na Venezuela e até o dia 4 de julho, um total de 2.508.201 pessoas foram imunizadas, segundo Nicolás Maduro.

O dirigente chavista disse no mesmo dia que a Venezuela tem vacinas anticovidais para imunizar 20% da população, o que representa cerca de seis milhões de pessoas, mas não detalhou quando essas drogas chegaram ao país.

A última cifra pública para a chegada de doses de vacinas foi de 12 de junho, quando o ministro da Saúde, Carlos Alvarado, disse que o país havia recebido 3,23 milhões de medicamentos entre o chinês Sinopharm e o russo Sputnik V. *NTN24/EFE

Categorias:Américas

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