Marcos Pontes: missão Artemis é momento importante para comunidade científica

Lote 558, Terra crescente subindo além do horizonte estéril da Lua, 26 de julho a 7 de agosto de 1971, tomada pelo tripulante da Apollo 15 Alfred Worden

Em 2024, quando se completa 55 anos desde a ida do homem à Lua, está previsto o retorno ao satélite natural – e a expectativa dos primeiros passos de uma mulher por lá. Esse é o objetivo do programa Artemis, da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa).

O nome Artemis é uma referência à deusa grega Artemis, irmã gêmea de Apolo, que foi como ficou conhecida a primeira missão em solo lunar, em 1969.

Sob a liderança dos Estados Unidos, o projeto, em desenvolvimento, prevê missões não tripuladas e tripuladas nos próximos anos e conta com a participação de outros 12 países – dentre eles o Brasil, que assinou o acordo de cooperação neste mês.

Para a Nasa, a parceria é uma forma de ampliar a participação dos países e garantir o uso pacífico do espaço.

Para o Brasil, o ministro Marcos Pontes, da Ciência, Tecnologia e Inovações, avalia que é um momento decisivo para o programa espacial brasileiro, que projeta a ciência que tem sido feita no país,

Em entrevista à Agência Brasil, Marcos Pontes projeta uma série de oportunidades para a comunidade científica nacional a partir do ingresso do Brasil na missão Artemis: “Existem muitas áreas em que o Brasil pode cooperar. O desenvolvimento de sistemas não tripulados para a Lua, o desenvolvimento de subsistemas de estações”.

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