China faz advertência contra sanções a Mianmar

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, mostrou-se disposto a trabalhar com os países-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) no tocante à situação em Mianmar, mas pediu cautela em relação à imposição unilateral de sanções ao lado birmanês.

Na segunda-feira, Wang se reuniu com chanceleres da Asean na cidade de Chongqing, no interior da China. Wunna Maung Lwin, chanceler nomeado pelo regime militar de Mianmar após o golpe, também participou do encontro.

Segundo a chancelaria da Indonésia, foi discutido um acordo de cinco pontos firmado na reunião realizada em abril pelos líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático. Entre outras exigências, o acordo pede a interrupção imediata da violência em Mianmar, e que emissários sejam enviados para mediar conversações entre os militares e grupos pró-democracia.

Posteriormente, o chanceler da Indonésia, Retno Marsudi, disse à imprensa que a implementação imediata do acordo é uma obrigação da Asean.

A chancelaria chinesa disse que Wang Yi manifestou seu apoio aos esforços no sentido de implementar o acordo de cinco pontos dentro dos parâmetros da Asean. Wang teria também dito durante a reunião que a China, juntamente com os países-membros da entidade, pede que outras nações evitem a imposição de sanções unilaterais e intervenções impróprias em Mianmar.

A declaração parece ser uma advertência para que países ocidentais não mantenham suas sanções ao lado birmanês. *NHK

Categorias:Internacional

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