Alemanha, Jordânia e EUA manifestam condolências por tragédia em Israel

Os chefes de Estado da Alemanha, Jordânia e Estados Unidos manifestaram hoje condolências a Israel e às famílias das vítimas de uma debandada em massa que provocou mais de 40 mortos na noite de quinta-feira.

Pelo menos 45 pessoas morreram durante uma peregrinação judaica no norte de Israel, em resultado de uma debandada em massa, que também causou cerca de 150 feridos, quando judeus ultraortodoxos celebravam o tradicional feriado de Lag Baomer, num dos acidentes mais trágicos da história recente de Israel.

O Rei da Jordânia, Abdullah II, telefonou hoje ao Presidente israelita, Reuven Rivlin, a quem expressou as condolências pela tragédia, aproveitando para salientar a necessidade de “travar a escalada” de violência contra os palestinianos em Jerusalém Oriental.

O monarca jordano disse que a solução de dois Estados é a única maneira de resolver o conflito entre Israel e a Palestina, já que garante o estabelecimento de um Estado palestiniano independente, com Jerusalém Oriental como capital.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também falou hoje com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, transmitindo as condolências, e a Casa branca emitiu um comunicado em que anunciava que os EUA ofereciam toda a ajuda necessária.

A embaixada dos Estados Unidos em Israel está a tentar confirmar os relatos de que cidadãos norte-americanos estarão entre as vítimas e oferecerá às famílias o apoio de que precisam, acrescentou Joe Biden.

A morte de fiéis que praticam a sua fé “parte o coração”, disse Biden, destacando que a população dos Estados Unidos e a de Israel estão unidas pela família, pela fé e pela história dos dois países.

O Presidente alemão, Frank-Walter Stenmeier, disse que o seu país está “profundamente chocado” com a tragédia.

“Este desastre, que custou a vida de muitas pessoas, deixa-nos perplexos”, disse o Presidente alemão, num comunicado, acrescentando que se tratou de uma “tragédia que choca profundamente”.

Esta manhã, também a União Europeia (UE) expressou as suas “mais profundas condolências” a Israel e às famílias das vítimas da debandada.

Para além de expressar “as suas mais profundas condolências aos familiares e amigos das vítimas e ao povo de Israel”, a UE manifestou “o seu desejo de que os feridos recuperem rapidamente”, numa declaração do principal porta-voz do Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE), Peter Stano. *LUSA

Categorias:Internacional

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